Bebés

Síndrome da morte súbita do latente

Nos últimos anos, verificou-se uma diminuição do nº de mortes por Morte súbita no latente. Contudo, continua a ser uma preocupação presente na maioria dos pais, pois continua a ser uma das causas principais, de morte durante a infância, após o primeiro mês de vida.

A síndrome de morte súbita do lactente (SMSL) é a morte repentina e inesperada de uma criança aparentemente saudável, com menos de 1 ano de vida, de causa desconhecida e sem explicação após investigação exaustiva, incluindo autopsia.

São muito os estudos realizados à volta desta Síndrome, e grande parte conclui que existem vários mecanismos interligados que causam a morte da criança. Alguns dos aspectos tidos em conta são causas genéticas, causas desencadeantes (doenças normais desta faixa etárias) ou causas favoráveis ligadas ao meio ambiente do bebé.

Apesar de poder ocorrer em qualquer altura até aos 12 meses, é mais frequente entre os 2 e os 4 meses e no sexo masculino.

Deixamos algumas recomendações importantes para a prevenção da Morte súbita no lactente:

  • Deitar o bebé a dormir de barriga para cima, salvo indicação médica contrária. Estudos comprovam que deitar o bebé de barriga para baixo duplica o risco de Morte Súbita. Habitue o seu bebé a dormir de barriga para cima e a brincar de barriga para baixo.
  • Evite o sobreaquecimento do bebé, não o tapando excessivamente, recomenda-se a utilização de um cobertor que deve ser preso por baixo dos braços, para diminuir também o risco do bebé se tapar completamente e asfixiar. Pode optar por um saco com braços!
  • Não deve existir no berço, nem brinquedos, nem objectos que possam provocar o asfixiamento – Atenção aos atilhos dos protectores de grades!
  • Não fume na gravidez. Não deixe que fumem perto do seu filho. Nem deixe roupa que tenha estado exposta ao fumo do tabaco, no mesmo quarto, onde o bebé dorme. A exposição ao fumo do tabaco aumenta o rico de morte súbita.
  • A chucha reduz o risco de morte súbita, mas se o bebé rejeita não force.
  • Os intercomunicadores não devem substituir os pais. Para além dos monitores, existem vários modelos de monitores de apneias, que avisam quando o bebé tem uma pausa respiratória superior a determinado espaço de tempo. No entanto, só tem indicação em  em raras ocasiões (filho anterior com história de Morte súbita, prematuridade ou baixo peso)
  • Amamente, se possível o bebé, durante os primeiros 6 meses
  • Partilhe esta informação com a pessoa que trata do seu filho.

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